Se me fosse dada a oportunidade da escolha, nasceria cartaginês, homem (de fato como nasci), por volta de 240 a.C. Cresceria recebendo desde cedo instruções militares, me tornaria um dos homens de confiança do maior estrategista (opinião própria) da história, general Aníbal Barca.
Partiria auxiliando Aníbal rumo à Roma, montado em um elefante e subindo os Alpes, destruindo o sistema da época, enfim, os romanos.
Influenciaria o general a não tomar algumas decisões equivocadas que, historicamente, ao longo do tempo, culminaram com a destruição de Cartago e o salgamento de sua terra.
Retornaria mais cedo à Cartago, deixaria menos homens em Roma, expandiria o império através do exército, ampliaria o excelente porto que a cidade já possuia na época. Seria nomeado ministro das Comunicações e do Comércio Além das Fronteiras.
Influenciaria o general a não tomar algumas decisões equivocadas que, historicamente, ao longo do tempo, culminaram com a destruição de Cartago e o salgamento de sua terra.
Retornaria mais cedo à Cartago, deixaria menos homens em Roma, expandiria o império através do exército, ampliaria o excelente porto que a cidade já possuia na época. Seria nomeado ministro das Comunicações e do Comércio Além das Fronteiras.
Com meia idade, meu lado espiritual estaria aflorando. Convenceria o general a abandonar as práticas do politeísmo selvagem que estraçalhava criancinhas em sacrifícios insensatos e implantaria o monoteísmo.
Como na minha realidade os romanos estariam sob poder cartaginês, construiria uma casa de campo em Roma, aonde passaria parte dos verões do mediterrâneo.
Sessentão, fundaria uma oficina de invenções. Criaria o zíper, uma das maiores descobertas do homem.
Aníbal, após anos no poder, estaria com estafa e passaria o poder à mim. Tornaria obsoleto o despotismo, implantaria o sufrágio universal. Seria o primeiro chefe eleito por democracia na história da humanidade.
Aníbal, após anos no poder, estaria com estafa e passaria o poder à mim. Tornaria obsoleto o despotismo, implantaria o sufrágio universal. Seria o primeiro chefe eleito por democracia na história da humanidade.
Morreria avançado em dias, morte simples, durante o sono, do tipo "o Senhor recolheu". Não haveriam grandes homenagens pois pediria ainda em vida para que evitassem tais firulas. O povo guardaria apenas minha lembrança e minha dignidade.
Meu nome seria lembrado em instituições de ensino e faria história como o militar que descobriu no humanismo a maneira de ser feliz e fazer valer a felicidade do próximo.
Quando Avatar sair do cinema e entrar na vida real, assim o farei!

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